Mostrando postagens com marcador reutilizar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador reutilizar. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

FVM: Cadeira nova por R$10

Eu sempre fui da filosofia de reaproveitar tudo que temos. REDUZIR, REUTILIZAR e RECICLAR. Não que não seja gostoso ter coisas novas, mudar a cara de um lugar ou a nossa própria. Mas faz tempo que eu aprendi que absolutamente tudo que a gente consome tem um preço, não só o da etiqueta, mas um preço para o nosso planeta e para nossos ecossistemas. Do carrinho hot wheels, ao sabão em pó, do sanduiche do Mc ao caderninho de desenho, tudo compreende extração de recursos naturais, poluição da água, do ar e do solo, desmatamento, extinção*. Por isso eu sempre prefiro dar vida longa ao que já existe, como nos velhos tempos.
Estava precisando de uma cadeira extra aqui em casa. Sem prospectos de alguma doação por parte dos amigos e familiares cheguei a dar uma olhada na Tok Stock e Etna, muita coisa bacana, tudo pra mais de R$110, fora preço que não tem preço. Então resolvi dar uma olhada em um brechó de um asilo de velhinhos.Para minha felicidade tinha várias cadeiras de madeira por R$10, todas firmes e fortes, só desgastadas. Essa me encantou. Poderia ter deixado do jeito original, mas como tinha uma lata de tinta preta de chão a base de água (menos tóxica) dando sopa, resolvi deixá-la como nova.  Quem adorou a brincadeira foi meu assistente.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

FVM: Pitanga e pet: Lembrancinha sustentável

Algumas semanas atrás, comemoramos o aniversário de 3 anos do meu filho em um buffet infantil tradicional. O que significa muitos refrigerantes, utensílios descartáveis, balas e chicletes cheios de corantes e no final da festa uma das opções obvias de lembrancinha que a gente não sabe mais onde enfiar: garrafinha de água, brinquedinhos sortidos que quebram no minuto seguinte ou, para ser curta e grossa, qualquer tranqueira que se encontra numa loja de 1,99.
Pois bem, isso tudo para mim era inaceitável, se não faz parte da minha vida, não faria parte do aniversário do meu filho. Então tratei de alugar os talheres, pratinhos de cerâmica e copos de aço inox para as crianças para serem servidos os sucos naturais de maracujá e uva orgânicos. Dispensei os saquinhos com balas e chicletes e passei a noite assando cookies de aveia e chocolate chips também feitos com ingredientes orgânicos, que foram o maior sucesso (esqueci de fotografar, ups). E fiz questão de retribuir a presença de todos os seus amiguinhos da escolinha com algo que eu considero ter valor inestimável: uma árvore.
Pedi para o buffet me doar algumas garrafas de refrigerante, ironicamente elas não ficaram fora da festa, e as reutilizei como vasinhos para as mudinhas de pitanga que pipocaram em praticamente em todos os vasos do meu quintal. Nesse último verão consumimos pitanga como nunca. Descobrimos algumas árvores em uma praça perto de casa e regularmente íamos lá nos abastecer. As sementes eram jogadas aleatoriamente nos vasos e quando menos esperávamos tínhamos mais de 160 mudinhas. Temos mudas de mangueira, abacateiro, lichia, laranjeira, jabuticabeira tudo resultado de sementes que foram despretensiosamente colocados na terra de outros vasos e brotaram. Adoro.  Quero muito ter uma chácara para plantar todas essas árvores e saber que elas foram meus bebês... Está na minha listinha de sonhos.
Para completar a lembrancinha fiz um bilhetinho de agradecimento que tinha todas as informações sobre a pitangueira, uma árvore nativa da nossa Mata Atlântica, e cuidados para cultivá-la. Se cada amiguinho fizer sua mudinha vingar, o que não é difícil, em menos de 3 anos, quando eles próprios tiverem apenas 6 anos, teremos 20 árvores a mais nesse mundo, produzindo pitangas docinhas, cheias de vitamina C e cálcio. Bingo. Impossível existir lembrança melhor nesse mundo.





Se você gostou desse post, também vai gostar de:

quinta-feira, 10 de maio de 2012

FVM: Bloquinhos de papel reutilizado

Aqui em casa é assim, todo papel tem que ser utilizado ao máximo. Impressão sempre dos dois lados. Desenhos item, qualquer mãe sabe como esses bichinhos gostam de rabiscar, pintar e desenhar. Os trabalhos escolares que vem para casa também voltam ao uso, já que se eu vou ter que guardar um papel rabiscado por um menino de dois anos, que seja em sua totalidade. Reutilizo papéis de presente, acho que nunca comprei uma embalagem de presente na vida. E faço meus filhos reutilizarem os cadernos escolares não terminados no ano seguinte. Não sou pão dura não. Acho justo e prático. Também não tenho vergonha nenhuma, até sou convencida, tenho orgulho de mim mesma. Ah, também recuso o recibo de cartão de crédito e débito, meus extratos são todos online, nada de enviarem papel extra para minha casa. E adoraria se parassem de mandar as contas também.  Pra mim vale mais uma árvore em pé do que papel voando pelos ares ou indo para o lixo.
Comigo não dá para ser diferente. A quantidade de árvores que se corta em pró de uma indústria é estarrecedor. São necessárias 500 mil árvores para produzir o New York Times de um único domingo, ainda bem que cada vez mais estamos lendo as notícias online.  Já no quesito livros, acho que vou demorar a aderir a um “tablet”, aquela luz na cara quando se quer sossego não dá. É por isso que eu amo uma biblioteca. E meus livros têm que rodar, nada de ficarem empoeirados na estante. E se vejo um livro interessante na casa de alguém, não tenho receio nenhum em pedir emprestado, obviamente faço questão de devolver impecável. Também curto um sebo.
Sabemos que não são só essas indústrias que devoram as árvores, é só olhar em uma papelaria para se dar conta da quantidade de coisinhas que inventam: bloquinhos, caderninhos, agendinhas, tudo tão fofinho que se torna quase que irresistíveis. Mais uma vez eu faço questão de resistir, apesar de também curtir coisas bonitinhas. É por isso que vira e mexe eu faço meus próprios bloquinhos de anotação que carrego na bolsa, deixo do lado do telefone e afins. Pego tudo quando que é papel sobrando, de desenhos sem muito valor sentimental a panfletos de rua que jogam na minha porta, tudo vira bloquinho. E aqui está uma fornada de alguns para vocês. Você só precisa de um pouco de criatividade e 10 minutinhos. O meio ambiente agradece.
E por favor, faça questão de comprar papel reciclado e certificar-se de que ele é produzido com madeira de reflorestamento.
Detalhe: nenhuma revista é reciclada. Ainda não se recicla o papel “glossy” dessas publicações que tanto adoramos.  







Se você gostou desse post, você também vai gostar de:

quarta-feira, 4 de abril de 2012

FVM: Renove sua garrafa térmica

Depois de comprar quatro jarras de vidro para a minha cafeteira elétrica, desisti. A brincadeira já estava ficando cara demais. Até escrevi para a Arno dizendo que era um absurdo fazer uma jarra de cafeteira mais fina do que casca de ovo. Não tive resposta. Pois bem, desenterrei essa garrafa térmica com mais de 30 anos do baú. Ela era da minha mãe, que resolveu desenterrar umas caixas de mudanças e a garrafa estava prestes a ir para o lixo quando eu a salvei. Funciona? Sim. Então não pode ir para o lixo. Tentei doar, ninguém quis a coitada. Nem eu queria, só não queria jogar fora. Mas depois de desistir da elétrica, ela salvou a pátria - eu não vivo sem café. A nossa relação era para ser temporária, mas já dura quase um ano. Eu não tenho preconceito, o que vale é ser legal por dentro. Só rolava um pouquinho de constrangimento na hora de servir café para as amigas, tipo apresentar namorado feio, a gente tem que explicar as qualidades que não estão a vista. Tudo bem. Até que recentemente fui servir um cafezinho para a minha mãe e ela não acreditou no que estava vendo, ficou inconformada, até recusou o café. Preconceito. Depois disso até comecei a observar as garrafas térmicas nos supermercados, lojinha aqui, lojinha ali, mas nada me atrai, todas me parecem fadadas ao fracasso. Café gelado, só on the rocks. Até eu comprar outra cafeteira elétrica, dessa vez com jarra de aço inox, é com a minha velha garrafa térmica que eu vou ficar. Mas em homenagem a minha mãe e as futuras visitas, ela agora está vestida e apresentável.   


REDUZA  REUSE  RECICLE



Se você gostou desse post, você também vai gostar de:

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

FVM: Isopor do lixo ao luxo

Essa semana achei várias placas de isopor no lixo. Vou começar a andar com a minha câmera para registrar meus achados. Não pensei duas vezes e peguei várias. Ao mesmo tempo que fiquei feliz por ter descolado material para os meus trabalhos, fico triste com tamanho disperdício, principalmente pelo isopor ser um material super poluente (leia: Diga NÃO as embalagens de isopor). Não recomendo comprar as placas para realizar esse FVM, já que a idéia é de reutilizar aquilo que seria descartado. Ver o potencial de muitas coisas que vão parar no lixo. Você pode realizar o mesmo FVM com placas de papelão grosso.


Quem ficou feliz foi minha filha, que teve um pequeno update no seu cantinho. A gente tem o hábito de colocar uma coisa no lugar e deixar ali para sempre, e aquele visual vai ficando datado e com cara de empoeirado. Mudar objetos de lugar é uma maneira custo zero de dar uma renovada.

1. Você vai precisar das placas de isopor ou papelão. Retalhos de tecidos. Eu adoro tecidos, então eu sempre tenho alguns retalhos enfiados em algum lugar, isso quer dizer que eu não tive que comprar nada para executar esse FVM. Tesoura e um grampeador comum.
 
2. Recorte o tecido na medida certa de forma que sobre um cm dos quatro lados para ser grampeado na parte de trás. Eu gastei nem 10 minutos para forrar as 4 placas. O grampeador deixa esse trabalho muito fácil. O legal é que as placas além de decorativas servem para colocar recados e fotos.



  

Se você gostou desse post, você também vai gostar de: http://mhcmc.blogspot.com/2011/11/fvm-transforme-suas-caixas-de-sapato.html

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

FVM: Jogo de boliche reciclado

Faça Você Mesma é uma sessão do blog que estou inaugurando hoje. Adoro trabalhos manuais, então nada melhor que essas páginas para dividir minhas idéias. O objetivo principal vai ser criar sem gastar. Os materiais vão ser sempre coisas que iriam para o lixo: potes, garrafas, caixas, retalhos, etc. Uma maneira gostosa de incentivar a criatividade nas crianças e aplicar os 3Rs nas nossas vidas:
Reduzir, Reutilizar e Reciclar
Materiais:

10 garrafas de leite. Eu sempre levo essas garrafas do leite orgânico Caipirinha para reciclar. Já tentei devolver para reutilizarem, mas por questões sanitárias não é possível. Lembra antigamente quando os litros eram de vidro e retornáveis? Alternativas: caixa de leite, garrafa de refri, lata de cerveja...

AdesivosColoridos. Acredita que eu peguei esses no lixo!? Sou vizinha de um negócio que adesiva carros, lojas, etc. Eles  jogam os retalhos que não tem utilidade... como não??? Conversei com o dono e agora eles me entregam para doar para escolinhas e creches. Alternativa: papel de presente usado, retalhos de tecido, feltro... seja criativa! 

Música. Não tem como negar como uma boa trilha sonora é capaz de fazer o momento. No meu playlist: AdrianaCalcanhotto, "Paratimpim" e Pato Fu, "Música de brinquedo". As crianças adoram e eu também.

Tesoura, régua e lápis.





Uma linda assistente. Quem não tem, deve encomendar. Dá trabalho, mas vale a pena. Quem já tem uma pituca, mas ela é muito pequena para participar, deixa ela por perto para observar a oficina. É super estimulante e depois ela vai adorar derrubar os pinos que a mamãe fez.






Como fazer: Em 6 passos visuais







O resultado fica uma graça. As crianças adoram brincar de boliche no quintal, corredor de casa... enfim, uma ótima distração. Para guardar, eu coloco em uma caixa de sapato que eu também peguei no lixo devidamente adesivada. Ah, um boliche das lojas de brinquedo custa R$43,00. DIVIRTA-SE!


Se você gostou desse post, você também vai gostar de: http://mhcmc.blogspot.com/2011/10/conecte-seus-filhos.html